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meu amor e um sobrevivente

Meu amor é um sobrevivente: como foi ser uma das autoras da coletânea

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Em 2013, eu recebi uma das notícias mais legais de toda a minha vida. Eu seria uma autora publicada na antologia Meu Amor é um Sobrevivente, da Editora Draco.

Mais cedo naquele ano, eu tinha me decidido por escrever algo que pudesse ser publicado. E a minha chance veio quando eu encontrei uma coletânea de contos da Editora Draco aberta à submissão.

A coletânea fazia parte de uma série da editora, a Amores Proibidos, que já contava com Meu amor é um anjo, Meu amor é um vampiro e Meu amor é um mito.

Meu amor é um Sobrevivente veio para finalizar a série e tinha com a premissa de contar histórias de amor em meio à ambientes distópicos.

O mundo de “A Cidade do Eterno Verão”

Eis que eu resolvi colocar em prática a minha mente perturbada e imaginar um universo devastado e fantástico ao mesmo tempo.

Eu sempre gostei de escrever sobre desertos e cataclismas, então me vi contando a história de Guerreira. Ela é uma jovem que cresceu em uma caravana e carrega uma espada curva.

Meus personagens não tinham nomes para mim, eles apenas vieram com títulos: guerreira, líder, sobrevivente… e, assim que a primeira resenha chegou, essa foi uma crítica para mim, mas tudo bem.

Eu gosto de como os nomes não importam tanto assim nessa história.

O meu conto se chama “A Cidade do Eterno Verão” e fala principalmente sobre a lenda de um oásis em meio ao deserto infinito do mundo atual, onde nossos protagonistas encontrariam sombra e água fresca.

Literalmente.

Essa ideia não agradou muito os resenhistas também, que acharam que uma cidade onde era verão eternamente não seria um desejo dos habitantes do meu mundo.

E eu até posso concordar. Na verdade, eu acho que não expliquei a cidade do eterno verão tão bem assim.

Sabe aquela brisa de verão? O calor que é gostoso?

Era nisso que eu estava pensando e não no calor escaldante do deserto, ainda mais num mundo onde não existem mais florestas e ninguém consegue cruzar o equador de tão quente.

Como são as coisas nesse conto

Eu gostei de imaginar esse mundo devastado, de tentar dar um sentido geopolítico e de inventar uma nova organização social.

Minha protagonista cresceu em uma caravana, um grupo de nômades que cruza os desertos do novo mundo indo de cidade em cidade.

As nações mais poderosas agora vivem cercadas por muros, protegendo suas reservas de recursos naturais e fontes de água doce.

No meio desse deserto, poucos oásis sobrevivem como mercados. E todos precisam tomar cuidado com a hordas, que podem atacar acampamentos atrás de mantimentos a qualquer momento.

Eu gostei de contar essa história e eu gostei da experiência de ver meu conto passando por uma edição.

No momento da edição

A organizadora dessa coletânea foi a Ana Lúcia Merege, autora de O Castelo das Águias e tantas outras histórias.

Eu lembro de que ela me fez muitas perguntas pertinentes e me fez rever algumas coisas. Em certos momentos, eu briguei por alguns aspectos do conto, mas acho que é isso que todo escritor faz.

Eu falei um pouco sobre o conto na época do lançamento no site da Draco, dá uma conferida clicando aqui.

E se você ficou interessado, pode conferir o vídeo aqui embaixo onde eu decidi reler o meu conto 6 anos depois. Será que eu continuei achando bom?

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